ABRANTES – Eleitos do PS na Assembleia de Freguesia de Alvega e...

ABRANTES – Eleitos do PS na Assembleia de Freguesia de Alvega e Concavada apresentaram renúncia aos mandatos

Os membros eleitos pelo Partido Socialista à Assembleia de Freguesia de Alvega e Concavada – concelho de Abrantes – apresentaram a carta de renúncia aos seus mandatos. A decisão, tomada por unanimidade e com total solidariedade e apoio da Concelhia do Partido Socialista de Abrantes, surge na sequência da instabilidade provocada pela governação do executivo maioritário da União de Freguesias de Alvega e Concavada, liderado pelo Movimento de Independentes da União de Freguesias de Alvega e Concavada (MIUFAC). Na carta de renúncia apresentada, os eleitos pelo PS justificam a posição considerando que “Depois de umas eleições intercalares em que o MIUFAC venceu com maioria absoluta, logo, com todas as condições para governar, é inexplicável que neste momento nos encontremos sem orçamento, com demissões, com renuncias de grande parte dos eleitos por este movimento, mas também sem contratos interadministrativos assinados e sem Kits de 1ª intervenção.” Mais consideram que “Neste momento, o MIUFAC está em rota de colisão com o próprio MIUFAC, tendo sido relegados para segundo plano as nossas terras e as nossas pessoas, num comportamento inqualificável que tem sido constante deste setembro de 2021, com especial agravo desde março de 2022”.

Ricardo Aparício, Presidente da Comissão Política da Concelhia do Partido Socialista de Abrantes, classifica a decisão como “a única solução possível para dar resposta ao estado governativo para o qual o MIUFAC levou a Freguesia”, apontando à necessidade de “pôr fim a este mandato, dando a palavra novamente aos eleitores para que seja possível encontrar uma solução política capaz de devolver a estabilidade a Alvega e Concavada”. O PS Abrantes toma esta posição pois entende que os interesses dos fregueses da União de Freguesias de Alvega e Concavada devem sobrepor-se aos interesses e protagonismo político de um executivo que nunca soube honrar a maioria absoluta conquistada.