TORRES NOVAS – Diário de Uma República, da Amarelo Silvestre, dia 22...

TORRES NOVAS – Diário de Uma República, da Amarelo Silvestre, dia 22 no Teatro Virgínia

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O palco do Teatro Virgínia recebe, no dia 22 de janeiro, sábado, a partir das 21h30, «Diário de uma República», uma criação da Amarelo Silvestre com direção artística de Fernando Giestas com o apoio de Rafaela Santos. A lotação é limitada a 80 pessoas e os bilhetes têm o custo de 7,5 €, sendo aplicáveis descontos. Que Teatro se fará a partir do que se vê? Diário de uma República é um projeto de Teatro e Fotografia enquanto espectadores da vida quotidiana durante uma década. Uma reflexão artística sobre o que vão sendo as pessoas e as paisagens de Portugal entre 2020 e 2030. Que Teatro resultará do ato de (nos) vermos realmente? Ver por querer. As ruas, as pessoas, as casas, as coisas. Fotografar para prolongar o olhar.

As fotografias de Augusto Brázio e de Nelson d’Aires fixarão as imagens do real já imaginado Teatro. Serão as imagens da República. Imagens fotografadas, com vida mais longa do que a vida efémera do Teatro, nas dimensões expositivas e editoriais deste projeto. A Justiça é o tema foco da I edição de Diário de uma República, entendida no seu sentido mais amplo: a justiça das leis, das relações, das construções, da natureza, a justiça do nosso próprio olhar. Mantemos próximo um diálogo com Álvaro Laborinho Lúcio, sábio cidadão da República, para melhor nos orientarmos nos diferentes domínios desta temática. As restantes edições deste projeto (2022-2030) debruçar-se-ão sobre outras temáticas fundamentais, a um ritmo de estreia de espetáculo nos anos ímpares, com exceção do último espetáculo, a estrear em 2030 como súmula dos quatro anteriores.