TORRES NOVAS – Bloco de Esquerda questiona ministra da Saúde sobre a...

TORRES NOVAS – Bloco de Esquerda questiona ministra da Saúde sobre a falta de médicos «que se faz sentir no concelho»

O Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda questionou a Ministra da Saúde sobre a falta de médicos «que se faz sentir no concelho de Torres Novas», em especial nas freguesias de Chancelaria e de Assentis, refere a mesma nota, remetida para a redacção da Hertz. No primeiro caso, refere o BE, a prestação de cuidados de saúde é assegurada por uma médica que, apesar das dificuldades, «vai dando resposta às necessidades da população». «Acontece que a médica em funções está próxima da reforma, o que causa preocupação e ansiedade nos/nas utentes. A Junta de Freguesia corrobora esta preocupação. Torna-se necessário providenciar desde já a substituição da médica que presta serviço na Freguesia de modo a garantir que não haverá interrupção na prestação de cuidados de saúde», advertem os bloquistas, que questiona o Ministério da Saúde sobre as medidas que irá tomar «para providenciar a substituição da médica que presta serviço na Freguesia de Chancelaria quando deixar de o fazer por motivos de reforma». Quanto a Assentis, o BE refere que «em três locais desta Freguesia ainda recentemente funcionavam serviços de saúde com atendimento médico à população, nas localidades de Fungalvaz, Casais de Igreja e Assentis. Os médicos cumpriam 40 horas semanais de trabalho, o que permitia uma cobertura razoável das necessidades dos/das utentes. A médica que prestava estes serviços reformou-se, deixando assim a população desta freguesia sem o devido acesso ao SNS. Acontece que agora o atendimento médico está reduzido a 8 horas semanais em Casais de Igreja e 8 horas semanais em Assentis. Esta situação tem levado muitos utentes a deslocarem-se à extensão de saúde pelas 4 horas da manhã, situação intolerável. A Junta de Freguesia tem vindo a expressar a sua grande preocupação com esta situação. Torna-se urgente resolver estas situações retomando o normal funcionamento das unidades de saúde de modo a estabilizar a prestação de cuidados».