CULTURA

TOMAR – ‘Os Camponeses de Peralva’ comemoraram 45 anos de existência

O Rancho Folclórico ” Os Camponeses” da Peralva, da freguesia de Paialvo, concelho de Tomar, comemorou, com um jantar convívio, o seu 45° aniversário. Um evento de sala cheia de partilha e amizade, com momentos de riso e de lágrimas, onde foi feito um minuto de silêncio em homenagem a Manuel Salgueiro, membro ativo do grupo que faleceu há menos de um mês, e ainda a leitura do poema “Depois” de António Lobo Antunes, em dia de Luto Nacional. Os convidados oficiais presentes, João Tenreiro, presidente da Assembleia Municipal; Patrícia Ferreira, presidente da Assembleia de Freguesia; Hélio Santos, representante da Federação do Folclore Português e Coordenador do CTR Rosária Marques e José JF Marques Marques, representantes do CTR do Alto Ribatejo,  presentearam a Coletividade com palavras simpáticas de coragem e motivação na temporada que neste dia iniciou. Por exemplo, João Tenreiro, para além das palavras de felicitações, enfatizou o valor das Associações e das Coletividades do concelho, como centros de dinamização e de vivência das populações. Também transmitiu uma pequena lição do Poder Local, apelando à participação de todos na vida política do concelho, pela marcação de presença nos períodos abertos ao público na Assembleia Municipal, um ganho da Democracia, num ano em que se comemoram os 50 anos das primeiras eleições autárquicas, elogiando a audácia e ousadia do primeiro Presidente de Freguesia eleito após o 25 de abril, António Pena Gonçalves Jorge, presente na sala. Por sua vez, Patrícia Ferreira, presidente da Assembleia de Freguesia, após a felicitação a todo o grupo, propôs um brinde ao presidente Nuno Fonseca. O jantar terminou com a partilha do bolo de aniversário, pago pelos Padrinhos de 2025, São Sousa e Tiago Pereira, e pelo sorteio dos padrinhos de 2026, Isilda Pereira e Hélio Santos. Aos padrinhos cabe o acolhimento e apoio aos novos elementos e o pagamento do bolo do fim de mandato. Nuno Fonseca deixou a mensagem da necessidade de manter a esperança e o foco para que esta coletividade e outras, detentoras das dinâmicas culturais e de identificação das aldeias, não terminem e mantenham a real essência de dinamização e congregação das zonas rurais. Susana Jorge.