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TOMAR – Oito mortes associadas a ‘indisposição súbita’ durante este mês. Coordenador da Unidade de Saúde Pública nega ligações à vacinação: «Não faz qualquer sentido»

José Cunha, coordenador da Unidade de Saúde Pública do Médio Tejo, refere que, para já, «não há qualquer relação causa/efeito» nas dez mortes ocorridas no concelho de Tomar desde Dezembro último – oito das quais já durante este mês de Janeiro – óbitos esses justificados, em primeira análise, com indisposições súbitas das vítimas. Nesta quinta-feira, por exemplo, houve registo para o falecimento de dois homens, de 76 e 69 anos, em circunstâncias semelhantes. José Cunha aponta, por agora, para um cenário de «coincidência» ainda que «sejam necessários estudos para qualquer conclusão»:

A verdade é que pelas redes sociais não falta quem procure relacionar estas mortes com a vacinação, em especial contra a Covid. José Cunha quis deixar claro que essa ligação «não faz qualquer sentido» e que ele próprio como a sua família «também são vacinados», garantiu, «por uma questão de segurança»:

Em alguns dos óbitos a lamentar há a particularidade de estarem em causa vítimas que viviam sozinhas ou isoladas. O coordenador da Unidade de Saúde Pública do Médio Tejo apela para o «dever de cidadania de cada um» no auxílio a quem mais necessita:

Foto ilustrativa, Bombeiros do Município de Tomar, Facebook