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TOMAR – Lista de localidades afetadas com a falta de comunicações é ‘infindável’. Quem se sentir lesado pode apresentar queixa à ANACOM

Quase um mês e meio depois da passagem da tempestade Kristin pelo concelho de Tomar, é infindável a ‘lista’ de pessoas que continuam sem acesso a internet, rede fixa e televisão. Os testemunhos chegam, diariamente, à redação da Hertz e, praticamente, não há uma freguesia que consiga escapar a uma situação indesejável e cada vez mais incompreensível. As críticas não se fazem esperar, principalmente à operadora MEO, mas também à Vodafone e à NOS que, em alguns casos, continuam sem corresponder às expetativas de milhares de clientes. Tendo em consideração os testemunhos reportados à Hertz, freguesia a freguesia, por exemplo na Asseiceira há quem se queixe de não ter comunicações desde 28 de Janeiro, em particular na localidade de Grou, para além de residentes na Roda Grande que até tiveram serviço… mas já deixaram de ter, há pelo menos duas semanas. Em Além da Ribeira e Pedreira também chegam lamentos da falta de tv, assim como de Casais e Alviobeira, com reportes das localidades de Algaz, Portela da Légua, Torre, Freixo ou Soianda. Ou seja, nem tv, nem telefone fixo e nem internet. Já em Carregueiros, por sua vez, há queixas da ausência total desses serviços na localidade de Brasões, precisamente desde 28 de Janeiro. Na Junceira, chegam lamentos da Fonte D. João e de Vales, enquanto que de localidades como Porto Mendo ou Corujo também há críticas às operadoras, aqui na freguesia de Madalena e Beselga. Olalhas será, nesta altura, uma das freguesias mais afetadas de Tomar, assim como São Pedro, de onde nos chegam registos de Casal do Amor, Vale Florido, Marianaia e Coito. Já na Serra, em Vila Nova e Chão das Maias, também há inúmeras pessoas sem qualquer tipo de serviço desde a tempestade Kristin. Por fim, na área urbana, há testemunhos de problemas nas Calçadas e ainda no Carrascal. Entretanto, os clientes já receberam as primeiras faturas e, na maior parte das situações, tem sido feito um crédito de entre um a cinco euros, valor que, nem de perto, traduz as limitações dos serviços prestados. Quem se sentir lesado deve participar à Autoridade Nacional das Comunicações, através do link aqui