LOCALPOLÍTICA

TOMAR – Hugo Cristóvão nega «qualquer ilegalidade» ou «falha ética» em despacho que determina consolidação de mobilidades intercarreiras e intercategorias. «Isto é uma tentativa de assassinato de carácter»

Hugo Cristóvão, vereador na Câmara de Tomar, nega «qualquer ilegalidade» ou «falha ética» na assinatura de um despacho a 27 de Outubro, na altura ainda como presidente, poucos dias antes da tomada de posse de Tiago Carrão, despacho esse onde são citadas cerca de duas dezenas de funcionários do Município no âmbito do regime de “consolidação de mobilidades intercarreiras e intercategorias”. Questionado pela Hertz sobre este processo, Hugo Cristóvão disse-nos que «tudo isto», desde logo as ‘ondas de choque’ pelas redes sociais, «parte de uma falsidade» e que se considera como vítima de uma «tentativa de assassinato de carácter». O atual vereador pelo Partido Socialista reforçou que «não foi feita qualquer promoção ou consolidação de mobilidade após o ato eleitoral», referindo-se a esta publicação em Diário da República como «o fechar de um processo de final de mandato», onde se «compilou tudo o que aconteceu ao longo do ano de 2025». Ou seja, Hugo Cristóvão disse-nos que as promoções «aconteceram há vários meses»: