TOMAR – Distinguido cinco vezes, a nível nacional Investigador tomarense imparável!

TOMAR – Distinguido cinco vezes, a nível nacional Investigador tomarense imparável!

No espaço de tempo de dez anos, o investigador tomarense Pedro Ricardo Antunes, acumulou prémios, distinções, publicações científicas, projetos de investigação, participações em conferências e visitas académicas – ou seja, tornou-se uma referência nacional na sua área e também um investigador “imbatível” nos planos regional e local. Na realidade, depois de concluir o Mestrado em Matemática Aplicada e o Doutoramento em Matemática, ambos no Instituto Superior Técnico, o investigador tomarense tornou-se imparável na arte de conquistar “ proezas raras”, nomeadamente: primeiro classificado no Concurso Nacional de 2008 para bolsas de pós doutoramento; vencedor do prémio Jovem Investigador da Universidade Técnica de Lisboa/CGD em 2009; vencedor do prémio “Estimulo à Investigação”, na área da matemática em 2009, da Fundação Calouste Gulbenkian; selecionado no Concurso Investigador de 2013 da FCT (Fundação da Ciência e Tecnologia). No entanto, se esta coleção de prémios ainda não fosse suficiente para definir e caraterizar uma “mente brilhante”, o investigador de Tomar acrescentou, recentemente, ao seu currículo mais duas distinções honrosas, designadamente: nomeado para o Prémio Europeu de Matemática Computacional “Jaques Louis Lions Award” em 2018 e também vencedor do Prémio Universidade de Lisboa/Caixa Geral de Depósitos em 2018, na área da Matemática Pura e Aplicada. Com este desempenho inigualável, o académico nabantino Pedro Antunes tem percorrido o mundo (França, Itália, Polónia, EUA, Canadá, Brasil, India, China, Singapura, Irão…), com o objetivo de intervir em Conferências, Seminários e Visitas Académicas, participando na qualidade de orador e/ou apresentador dos seus projetos da área de Matemática Aplicada e Análise Numérica e, ao mesmo tempo, contribuindo para prestigiar e projetar o país, a região e o concelho de que é natural. Todavia, apesar de possuir um currículo invejável, este “diamante” tomarense já lecionou, por ordem cronológica, em estabelecimentos de ensino superior (concretamente: Instituto Superior Técnico, Instituto Politécnico de Leiria, Instituto Politécnico de Tomar, Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e Universidade Aberta, onde trabalha atualmente), mas não tem sido suficientemente aproveitado por empresas e associações empresariais, nem por instituições públicas e privadas de âmbito nacional e regional. Entretanto, a distinção mais recente obtida em 2018 (ou seja, o Prémio Universidade de Lisboa/ Caixa Geral de Depósitos) conferiu-lhe uma grande notoriedade académica e social, sobretudo porque foi agraciado, no passado dia oito de abril, por duas personalidades muito conhecidas e prestigiadas do mundo universitário e empresarial, como são os casos do Reitor Prof. António Cruz Serra, da Universidade de Lisboa e do Presidente Dr. Paulo Macedo, da Caixa Geral de Depósitos. Na verdade, esta reputação também se deve ao facto do seu trabalho de investigação ter contribuído, como refere o Regulamento do prémio “de forma notável para o progresso e o engrandecimento da ciência e/ou da cultura e para a projeção internacional de Portugal”, tendo ainda em conta o rigor e a originalidade dos trabalhos e a qualidade e quantidade de publicações científicas feitas pelo autor em revistas e editoras internacionais de reconhecida competência e projeção mundial. Por último, em termos de curiosidade, cabe ainda mencionar que para conseguir “voar tão alto” no seu percurso académico e científico, o nabantino Pedro Antunes recordou também que muitas das suas qualidades, capacidades e motivações, ficaram a dever-se aos pais que o ensinaram a “voar” desde tenra idade (isto é, aceitou os exemplos e as “lições” dos conhecidos professores tomarenses, Jaime Antunes e Maria Natália Antunes), beneficiando ainda da sorte e do privilégio do seu filho (o jovem Francisco Antunes) nunca lhe perturbar os trabalhos nem as investigações, de forma que o prejudicasse ou lhe “cortasse as asas” durante as suas atividades de natureza pessoal, técnica e profissional. José Rogério –