CULTURA

TOMAR – Centro Recreativo e Cultural de Alviobeira comemorou 49 anos de existência

A caminho dos 50 anos, o 49º aniversário do Centro Recreativo e Cultural de Alviobeira, de Tomar, foi comemorado com almoço de confraternização, por sinal com menos participações dos últimos anos, muito por culpa do mau tempo, com frio e chuva deste mês de Janeiro. Porém a data teve vários momentos distintos – o momento gastronómico, com um bom almoço preparado por uma cozinheira de mão cheia e suas ajudantes, o momento politico com as palavras do presidente da Junta (Luís Freire), do presidente da Câmara (Tiago Carrão), o momento religioso com as reconfortantes e desafiantes palavras do jovem pároco Tiago Alberto e, por fim, a encerrar, o momento cultural teatral em que elementos do rancho com uma rábula do vidente professor Chibanga e das suas seis esposas, com caracterização bem africana e guarda roupa adequado, fez as previsões futuras, relativas a Alviobeira. Luís Freire desejou os maiores sucessos a esta associação, que tem sabido manter ao longo destes anos, a sua atividade e funcional e aproveitou a presença de Tiago Carrão para abordar os problemas de abastecimento de água, apontando para a necessidade de saneamento básico. Tiago Carrão, por sua vez, registou que o problema da rede de água e consequentes cortes ou perda de pressão, se devem a umas condutas antigas, repletas de calcário, que tem que ser substituídas, investimentos de milhões de euros, a que só com os programas de apoio da UE serão possíveis de realizar a par da expansão da rede de saneamento. Referiu os apoios às centenas de associações do concelho e querer definir novas normas. Ao presidente da direção, que continua a ser Carlos Alberto Pereira da Silva, que bem se pode considerar um exemplo para todos nós, já que nascido e criado no  Bairro de Alvalade em Lisboa, de raízes familiares de Alviobeira, numa esqueceu a sua terra, (já é membro da Assembleia de Freguesia de Casais/ Alviobeira eleito pelo PS) ali construiu casa e inculcou nas filhas o gosto e amor pela mesma, e que estão sempre presente, seja nas festas da aldeia, nos eventos e a dinamizar a comunidade, quando os meios associativos se debatem por falta de voluntariado e alguns fecham mesmo as portas. Registe-se que a Associação tem uma média de 200 associados. António Freitas