TOMAR – Câmara será penalizada em 1,3 milhões por «atrasos na execução». Tiago Carrão disse ter ouvido dos outros presidentes da região que «enquanto uns faziam festas, outros faziam projetos»

Tiago Carrão, presidente da Câmara de Tomar, advertiu que o Município poderá ser obrigado a «abdicar» de alguma das intervenções que estão projetadas, precisamente de entre a requalificação do Centro Histórico, ainda das obras para Carvalhos de Figueiredo ou para o prolongamento da avenida Maria de Lourdes Mello e Castro. O autarca, na recente sessão da Assembleia Municipal, apontou, assim, ‘baterias’ para a «não-execução» dos financiamentos associados ao Portugal 2020/30, assegurando mesmo que Tomar «será o concelho mais prejudicado» de todo o Médio Tejo. Tiago Carrão garantiu que «os outros presidentes» da região terão negado um corte de verbas mais solidário: «Enquanto uns faziam festas, outros faziam projetos», frase que o autarca nabantino disse ter ouvido como resposta dos outros eleitos. Tiago Carrão voltou, ainda, a olhar para um quadro «preocupante» que se coloca à Câmara perante o atraso em diversas obras financiadas pelo Plano de Recuperação e Resiliência, casos da Escola Gualdim Pais, que deverá estar renovada neste mês de Junho mas que, pelos vistos, só estará disponível a tempo do ano letivo de 2027/28; ainda da creche da Escola Raul Lopes, também da construção de habitação em Marmelais… para além da ampliação do Centro de Saúde da Nabância, «que nem irá passar do projeto». Assista ao vídeo editado pela nossa redação. Foto de arquivo










