TOMAR – Associação Cultural e Recreativa da Venda Nova assinalou 46 anos de existência

Foi com uma sala bem composta de sócios, amigos e convidados das diversas associações da freguesia de Casais e Alviobeira, concelho de Tomar, que a Associação da Venda Nova comemorou os seus 46 anos, com um almoço confecionado e servido pelas funcionárias do Centro de Dia e membros da direção daquela coletividade. Com uma nova direção saída das últimas eleições, agora presidida por Carlos Alberto Santos, pode dizer-se que o início do mandato foi de tristeza, quer pela queda de um muro de suporte de terras que estavam a realizar, após um desaterro, com vista ter o espaço para quando a valência do Lar for contemplada pelos apoios governamentais. José Brito, presidente da Assembleia Geral, abriu a fase de discursos, altura em que apelou à ajuda e à inscrição de mais sócios “pois esta associação deve ser apoiada pelo trabalho que faz, no campo social e associativo”. Por sua vez, Luís Duarte, vice-presidente, referiu : “Vós sois a razão da nossa existência. Se não existissem não estávamos aqui. Como sabem somos uma Associação, mas também somos uma IPSS (a única na União de Freguesias) com apoio domiciliário, Centro de Dia e Cantina Social. Estamos aqui a atravessar um período muito difícil, mas vamos superar com todas as vossas ajudas e apoios. Eu faço parte do passado, sou o presente e também quero ser o futuro desta casa! Nós tivemos aqui prejuízos muito grandes… O mandato da nova direção começou mal e, agora, esta tempestade Kristin que causou severos prejuízos. Daí o nosso apelo à ajuda da Junta de Freguesia, à Câmara de Tomar e ao deputado Hugo Costa aqui presente, que faça chegar à Assembleia da República a aprovação de pagamento de ajudas para se continuar a viver”. Encerrou os discursos o presidente da Câmara, Tiago Carrão, que elogiou o trabalho aos grandes desafios difíceis desta direção e referiu o trabalho do presidente da Junta de Freguesias: “O Luís Freire, após a tempestade, não descansou desde a primeira hora” no apelo à ajuda na desobstrução de vias e na reposição da energia elétrica junto da E Redes e, agora, comunicações “esta união de freguesias foi das mais afectadas pela intempérie, o desafio que temos pela frente, é grande, para esta Associação, para esta IPSS, e para as demais IPSS e Instituições como grandes prejuízos pela tempestade. António Freitas










