CULTURA

TOMAR – Aldeia do Freixo ganhou ‘nova vida’ ao abrir as portas para o Natal

Depois de muito trabalho e dedicação, com limpeza e a devida preparação de habitações mais antigas, a edição Freixo Aldeia Natal – um projecto de Pedro Oliveira e em parceria com o Centro Recreativo e Cultural  e Rancho Folclórico e Etnográfico de Alviobeira – abriu as portas com uma cerimónia de boas-vindas a centenas de pessoas, cuja presença valorizou todo o empenho de diversos voluntários. Na ocasião, Célia  Bonet, vice-presidente da Câmara de Tomar, salientou a  importância destes eventos na dinamização local, assegurando que o Município – que tem o maior número de associações no distrito – vai apoiar estes eventos, com reconhecimento de que um euro de apoio se traduz numa grande mais-valia de agregação das pessoas e na dinamização das aldeias. De verdade, o apoio a este evento por parte da Câmara é pequeno, aprovado pelo anterior executivo- e há que ver, dessas tantas associações, quais os montantes que recebem e aquilo que fazem na realidade, pois apresentar programas é fácil, receber apoios ainda mais, mas quem atribui ou está na decisão ( os tais técnicos superiores da área) nunca visitaram aos povoados e ver o que se faz, como se faz,  por carolice. Desconhecem  a importância dos mesmos. Subsídios sim mas sem olhar a amigos ou cores politicas! O Padre Tiago Alberto também referiu a importância do evento nesta data de união e festa da família e inteirou-se das potencialidades do interior desta aldeia. O evento não quer competir com o Santa Cita Aldeia  Natal, com outra pujança e profissionalismo, que abre as portas este fim de semana e que vai atrair milhares de pessoas, ma sim ser um complemento ao Norte do Concelho, em que alguns dos momentos mais mágicos estiveram na  tradição, criatividade e no espírito comunitário que transformaram o local num verdadeiro cenário natalício. Entre o presépio de pedra, com mais de 23 toneladas e uma criação de autor rústico,  único do Jorge Roberto (Mourolinho – Igreja Nova) e as casas temáticas, onde viveram pessoas e criaram os  filhos;  a animação cultural e a alegria das famílias, nestes dois dias, com entradas a preço simbólico de dois euros para ajudar nos custos. O público aderiu e, seguramente, passaram mais de 500 pessoas pelo Freixo. António Freitas