OURÉM – Luís Albuquerque nega que o Município tenha emitido qualquer ‘licença provisória de obras’ ao grupo Verdasca e lança ‘farpas’ ao PS: «Podem vir para a Assembleia de Tuk Tuk… »

Luís Miguel Albuquerque, presidente da Câmara de Ourém, garantiu que o Município não emitiu qualquer ‘licença provisória de obras’ que permitisse ao grupo Verdasca ter acesso a fundos comunitários. Em recente sessão da Assembleia, o Partido Socialista, pela voz do eleito Nuno Batista, questionou o executivo sobre as buscas que a Polícia Judiciária realizou em Novembro último, quer nas instalações da própria Câmara, quer em três sociedades industriais situadas naquele concelho, buscas essas relacionadas com «factos suscetíveis de enquadrar a prática dos crimes de violação das regras urbanísticas, poluição com perigo comum, corrupção, fraude na obtenção de subsídio ou subvenção e branqueamento de capitais», referiu, naquela altura, a PJ, em comunicado enviado para a Hertz. Em causa, o procedimento que levou a que fosse construída de forma ilegal uma unidade industrial inserida num complexo de grandes dimensões, que se encontra implantado na categoria de Espaços de Exploração de Recursos Geológicos – Espaços Florestais de Conservação, bem como em área de Proteção de Reserva Ecológica Nacional, localizada no município de Ourém. Questionado por Nuno Batista, Luís Albuquerque garantiu que não há ‘licenças provisórias de obras’ e recorreu a um recente esclarecimento do grupo ‘Verdasca’ para assegurar que não houve qualquer pagamento de fundos comunitários pela falta, precisamente, de licenciamento municipal:
Luís Albuquerque aproveitou a oportunidade para lançar ‘farpas’ ao Partido Socialista, referindo que, nesta altura, «basta um Tuk Tuk» para transportar os três eleitos na Assembleia Municipal:










