MÉDIO TEJO – III Fórum da Saúde com Fernando Leal da Costa

MÉDIO TEJO – III Fórum da Saúde com Fernando Leal da Costa

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A dinâmica do trabalho em equipa, a transdisciplinaridade e a comunicação foram o mote do III Fórum Saúde. Uma iniciativa que decorreu no Centro Hospitalar do Médio Tejo e onde Fernando Leal da Costa, Secretário de Estado Adjunto e da Saúde, referiu “as diferentes dinâmicas que, acompanhando os tempos modernos, contribuem para um reforço significativo na prestação de cuidados, com especial enfoque na qualidade e segurança do Serviço Nacional de Saúde, fixa na estratégia nacional da qualidade”, disse na sessão solene. Fernando Leal da Costa agradeceu ainda, o “esforço que o CHMT tem feito no sentido de reforçar os cuidados prestados”, e destacou a abertura do Hospital de Dia de Diabetes Pediátrico, imprescindível e muito significativa para toda a Região, o reforço dos Serviços de Nefrologia e de Oncologia como “três bons exemplos do trabalho que tem sido efetuado”, deixando aos presentes a garantia de poderem “continuar a contar connosco”, afirmou o Secretário de Estado Adjunto e da Saúde. Carlos Andrade, presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Médio Tejo sublinhou os crescentes níveis de prestação que o CHMT tem assumido aos seus cerca de 250 mil utentes diretos, “reforçando equipas de profissionais onde técnicos de saúde, enfermeiros e médicos se têm vindo a juntar a esta Instituição, num esforço que só é possível com o decisivo apoio e motivação da tutela”, afirmou. Carlos Andrade reforçou ainda a expressão “Mais Médio Tejo” muito usada pelo atual Conselho de Administração, “consciente dos recursos existentes, dos adormecidos potenciais e da legítima expetativa dos profissionais que encontram na Missão deste Centro Hospitalar uma fonte de energia para irem mais além numa indiscutível manifestação de serviço público”. “Fazer de cada dia, fazer de cada presença, fazer de cada trabalho em equipa um eterno e novo começo é um sentimento que a gestão deverá acolher e potenciar”, disse Carlos Andrade acrescentando que “compete aos dirigentes das Instituições, e nos seus diferentes níveis, saberem criar espaço e condições para que seja sempre tempo de reforçar a confiança de profissionais e dos utentes na prestação de cuidados de saúde”.