MÉDIO TEJO – E agora? Floresta está transformada num ‘barril de pólvora’… e o Verão aproxima-se. António Louro (Aflomação): «Que todos possam colaborar um pouco nesta tarefa… »

Os efeitos devastadores da Tempestade Kristin ainda estão bem visíveis em grande parte do Médio Tejo, em particular nas ‘manchas’ florestais, onde milhares de árvores tombaram perante a força dos ventos. E, agora, estes sobrantes ameaçam tornar-se num ‘barril de pólvora’, cada vez mais à medida que se aproximam os meses quentes e o risco de incêndio fica elevado. O tempo é cada vez mais curto – assim como os meios – para limpar todas as áreas afetadas e são, já, muitas as vozes de alerta para aquilo que poderá acontecer no Verão. É o caso de António Louro, da Aflomação,. Associação Florestal do concelho de Mação, que tem feito um trabalho digno de elogios na recuperação daquele território, tão atingido, precisamente, pelo drama dos fogos rurais. Em declarações à Hertz, António Louro alerta para o facto de, nesta altura, haver registo para caminhos vicinais «completamente intransitáveis dado o número de árvores caídas». Muitas destas zonas afetadas pelo vento já tinham sido atingidas por incêndios, recordou o especialista:
António Louro deixou um apelo aos proprietários, em particular a quem tenha a capacidade de desimpedir caminhos «por meios próprios», isto «sem colocar em causa a respetiva segurança», avisou. «Se todos colaborarem um pouco, esta tarefa, muito difícil, fica mais fácil», disse-nos:










