MÉDIO TEJO – Coronavírus. Muito… mas muito preocupante! Há mais 458 (!)...

MÉDIO TEJO – Coronavírus. Muito… mas muito preocupante! Há mais 458 (!) infecções na região, 156 das quais em Tomar!

Preocupante. Muito preocupante. Assim é o cenário que, nesta altura, se coloca ao Médio Tejo, que registou impensáveis 458 infecções na recente actualização da Unidade de Saúde Pública. Tomar, então, chegou aos 156 contágios, seguindo-se 96 em Ourém e Torres Novas, 27 em Alcanena, 25 em Abrantes, 24 no Entroncamento, 15 em Ferreira do Zêzere, sete em Vila Nova da Barquinha, seis em Mação, quatro no Sardoal e dois em Constância. Até agora, no Médio Tejo, já foram descobertas 8760 infecções, 4063 das quais activas. Há a lamentar 150 mortes. O número de recuperações permanece inalterado, ou seja, em 4540.

Perante este recente boletim da Unidade de Saúde Pública do Médio Tejo, Ourém é o concelho com maior número de infecções activas, num total de 958, seguindo-se Tomar com 801 e Torres Novas com 738.

Eis os dados actualizados desde o início da pandemia: Ourém (2119 infecções, 1135 recuperações e 26 óbitos), Tomar (1564 casos, com 747 recuperados e 16 óbitos), Torres Novas (1452 casos, 695 recuperações e 19 mortes), Abrantes (986 infectados, 619 estão curados e 33 mortes), Entroncamento (829 infecções, 520 recuperados e 18 mortes), Alcanena (644 casos, 343 recuperações e 20 vítimas mortais*), Ferreira do Zêzere (401 casos, 88 dos quais já recuperados e duas vítimas mortais), Mação (355 infecções, 142 recuperados e seis óbitos*), Vila Nova da Barquinha (181 casos, 97 dos quais dados como curados e três mortes), Constância (124 infecções, 82 das quais já recuperadas e quatro mortes) e Sardoal (com 105 casos e 72 recuperados e três óbitos).

* Alcanena tem menos seis óbitos do que aqueles que já tinham sido avançados em virtude de um esclarecimento da DGS, que diminuiu esse ‘registo’ devido à causa efectiva da morte nas certidões de óbito.

* Mação tem menos um óbito do que aquele que já tinha sido avançado em virtude de um esclarecimento da DGS, que diminuiu esse ‘registo’ devido à causa efectiva da morte nas certidões de óbito.