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MÉDIO TEJO – Coronavírus. Cerca de 700 pessoas tiveram ‘alta’ da infecção contraída! Dos 12253 contágios, já houve, até agora, 8346 recuperações

Cerca de 700 pessoas tiveram ‘alta’ de infecção covid19 dentro da área de abrangência do Agrupamento de Centros de Saúde do Médio Tejo, sendo que os concelhos de Abrantes, com 137, e Tomar, com 114, registaram o maior número de recuperações. Nota, ainda, para 97 em Torres Novas, 78 em Alcanena, 73 em Ferreira do Zêzere, 64 no Entroncamento, 60 em Mação, 26 em Ourém, 24 em Vila Nova da Barquinha, 21 no Sardoal e oito em Constância, agora num total de 8346 pessoas curadas desta doença. Quanto ao número de casos, foram detectados mais 37 contágios, oito dos quais em Alcanena, sete em Abrantes e Tomar, seis em Torres Novas, quatro no Entroncamento e em Ourém e um em Vila Nova da Barquinha. Desde o início da pandemia, já houve 12253 infecções no Médio Tejo, das quais 3583 ainda se encontram activas. Há a lamentar 309 mortes.

Perante este recente boletim da Unidade de Saúde Pública do Médio Tejo, Tomar é o concelho com maior número de infecções activas, num total de 1090, seguindo-se Torres Novas com 729 e Ourém com 674.

Eis os dados actualizados desde o início da pandemia: Ourém (2919 infecções, 2176 recuperações e 69 óbitos), Tomar (2343 casos, com 1214 recuperados e 39 óbitos), Torres Novas (1925 casos, 1142 recuperações e 54 mortes), Abrantes (1461 infectados, 975 estão curados e 57 mortes), Entroncamento (1046 infecções, 919 recuperados e 18 mortes*), Alcanena (968 casos, 628 recuperações e 33 vítimas mortais*), Ferreira do Zêzere (601 casos, 404 dos quais já recuperados e 12 vítimas mortais), Mação (421 infecções, 382 recuperados e 13 óbitos*), Vila Nova da Barquinha (250 casos, 216 dos quais dados como curados e sete mortes), Sardoal (com 161 casos e 145 recuperados e quatro óbitos) e Constância (158 infecções, 145 das quais já recuperadas e três mortes).

* Alcanena tem menos seis óbitos do que aqueles que já tinham sido avançados em virtude de um esclarecimento da DGS, que diminuiu esse ‘registo’ devido à causa efectiva da morte nas certidões de óbito.

* Entroncamento tem menos seis óbitos do que aqueles que já tinham sido avançados em virtude de um esclarecimento da DGS, que diminuiu esse ‘registo’ devido à causa efectiva da morte nas certidões de óbito.

* Constância tem menos dois óbitos do que aqueles que já tinham sido avançados em virtude de um esclarecimento da DGS, que diminuiu esse ‘registo’ devido à causa efectiva da morte nas certidões de óbito.

* Mação tem menos um óbito do que aquele que já tinha sido avançado em virtude de um esclarecimento da DGS, que diminuiu esse ‘registo’ devido à causa efectiva da morte nas certidões de óbito.