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MÉDIO TEJO – Coronavírus. 981 pessoas tiveram ‘alta’… mas houve mais 315 contágios no último dia

Os dados são da Unidade de Saúde Pública do Médio Tejo: 981 pessoas foram dadas como recuperadas num dia em que houve registo para mais 315 infecções na região, agora numa globalidade de 9279 contágios, 3408 dos quais activos. Registo para Ourém, que continua num ritmo ‘arrepiante’, desta feita com mais 103 infecções, seguindo-se 48 em Tomar, 36 em Abrantes, 34 em Torres Novas, 31 em Alcanena, 17 no Entroncamento, 15 no Sardoal, 14 em Ferreira do Zêzere, sete em Vila Nova da Barquinha e em Mação e três em Constância. Como referido, houve lugar a 981 ‘altas’, 150 das quais em Ourém, 148 em Tomar, 142 em Torres Novas, 136 no Entroncamento, 121 em Abrantes, 98 em Ferreira do Zêzere, 83 em Alcanena, 60 em Mação, 28 em Vila Nova da Barquinha, oito no Sardoal e sete em Constância. No total, já foram dadas como recuperadas 5521 pessoas. Há a lamentar 178 mortes.

Perante este recente boletim da Unidade de Saúde Pública do Médio Tejo, Ourém é o concelho com maior número de infecções activas, num total de 962, seguindo-se Tomar com 734 e Torres Novas com 664.
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Eis os dados actualizados desde o início da pandemia: Ourém (2281 infecções, 1285 recuperações e 34 óbitos), Tomar (1650 casos, com 895 recuperados e 21 óbitos), Torres Novas (1527 casos, 837 recuperações e 26 mortes), Abrantes (1035 infectados, 740 estão curados e 41 mortes), Entroncamento (857 infecções, 656 recuperados e 12 mortes*), Alcanena (693 casos, 426 recuperações e 20 vítimas mortais*), Ferreira do Zêzere (430 casos, 186 dos quais já recuperados e quatro vítimas mortais), Mação (366 infecções, 142 recuperados e oito óbitos*), Vila Nova da Barquinha (191 casos, 97 dos quais dados como curados e quatro mortes), Constância (127 infecções, 89 das quais já recuperadas e cinco mortes) e Sardoal (com 122 casos e 80 recuperados e três óbitos).

* Alcanena tem menos seis óbitos do que aqueles que já tinham sido avançados em virtude de um esclarecimento da DGS, que diminuiu esse ‘registo’ devido à causa efectiva da morte nas certidões de óbito.

* Entroncamento tem menos seis óbitos do que aqueles que já tinham sido avançados em virtude de um esclarecimento da DGS, que diminuiu esse ‘registo’ devido à causa efectiva da morte nas certidões de óbito.

* Mação tem menos um óbito do que aquele que já tinha sido avançado em virtude de um esclarecimento da DGS, que diminuiu esse ‘registo’ devido à causa efectiva da morte nas certidões de óbito.