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MÉDIO TEJO – Comunidade Intermunicipal pede medidas «concretas e objetivas» para responder aos 100 milhões de prejuízo, «caso contrário, ficaremos numa situação extremamente difícil»

A região do Médio Tejo necessita, «urgentemente», de apoios financeiros que possam ajudar na normalização do território após os graves impactos da tempestade Kristin e ainda das cheias. O alerta foi feito, em conferência de imprensa, por Manuel Valamatos, presidente da Comunidade Intermunicipal, que apontou para números verdadeiramente impressionantes: só em infraestruturas municipais estão em causa estragos que se aproximam dos 100 milhões de euros, montante a que se pode agregar os cerca de 60 milhões quando se fala de prejuízos de empresas e ainda de mais 25 milhões relativos a danos em habitações. Eis, assim, um ‘bolo’ de 185 milhões. Ladeado por sete dos 11 presidentes de Câmara que ‘compõem’ a região, Manuel Valamatos não hesitou em advertir que o Governo deve colocar em prática «medidas concretas e objetivas», caso contrário o Médio Tejo «ficará numa situação extremamente difícil». De entre a extensa lista de preocupações com que, aos dias de hoje, o Médio Tejo se depara, atenções centradas nas diversas estradas municipais que se encontram cortadas ou limitadas, assim como para a Linha da Beira Baixa. Exigem-se alternativas, frisou Manuel Valamatos. Assista ao vídeo editado pela nossa redação. Foto Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, Facebook