Jovem estilista apresenta criações inéditas e exclusivas em torno dos tabuleiros

Jovem estilista apresenta criações inéditas e exclusivas em torno dos tabuleiros

Andreia Duarte Simões nasceu no concelho de Ferreira do Zêzere, estudou em Tomar e acabou a sua licenciatura em Design da Moda e Têxtil na Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco em 2011. Trabalha hoje em Castelo Branco numa empresa de produções e colecções que, entre outras criações, faz o guarda-roupa teatral de Filipe La Féria. Atendendo que a Comissão da Festa dos Tabuleiros não é dona da marca tabuleiros e que não explora o merchadising da marca e que muito ainda se podia fazer em torno desta “marca forte” e na produção de muitos brindes e utilidades que se podem vender, o jornalista António Freitas lançou o desafio à jovem estilista para que fizesse uma maquete de vários artigos que se podiam vender. Assim criou o projecto Thoo, que irá ser registado e que pode disponibilizar a quem queira fabricar e comercializar, já que pode haver alguma empresa que queira pegar na ideia do projeto e transformá-lo em bonés, palas, pins de vários tamanhos e sacos. Assim, diz-nos a Andreia, “Thoo – Feito com (muito) amor em Thomar. O presente projeto tem como conceito primordial levar o colorido da Festa dos Tabuleiros para além dos seus cortejos através de estampados de imagens. Thoo! (junção da palavra inglesa too + Thomar) é um projeto atual diferente do que estamos habituados, adaptado a todas as faixas etárias. Está dividido em dez Thoos. Cada Thoo é constituído por um boné, uma pala de boné, um pin e um saco. As dimensões dos mesmos serão mais tarde estudadas após aprovação do projecto. Será desta forma que o Thoo se relaciona de forma intrínseca com o “MUITO” de Tomar”. A Andreia, que nas suas férias escolares esteve algum tempo em caixa do Intermarché em Tomar, é uma amante nata de Tomar, folclorista do Rancho Folclórico e Etnográfico de Alviobeira, gostaria que o seu contributo na área da sua formação, passasse do projeto a execução, e como produto final, não querendo tirar dividendos monetários, poderá oferecer a sua criação á Comissão da festa que poderia mandar executar os materiais e passar a ser detentora dos direitos de produção em exclusividade. Registe-se que atendendo à criatividade que tem surgido e sempre bem-vinda em estampagem de t- Shirts e outros matérias da festa, a Comissão deveria criar um selo ou a garantia sobre tudo o que se produzisse e criar algumas regras. Fica o projeto de uma jovem de 26 anos, que já teve a honra de participar profissionalmente nos figurinos da opera “Viúva Alegre”, de Franz Lehár, apresentado pela Escola Superior de Artes aplicadas e tem participado nas mais diversas palestras e Workshops sobre a temática do design, da moda e da criatividade e que sente o vazio que falta durante a festa, de se puderem vender milhares de prendas alusivas ao evento, feitas com arte, imaginação, com qualidade e valor acrescentado. Será que alguém pega no projeto? António Freitas
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