Independentes criticam falta de segurança nas obras do mercado. Fonte da autarquia...

Independentes criticam falta de segurança nas obras do mercado. Fonte da autarquia “pergunta” onde estavam os capacetes dos visitantes

A visita que os Independentes realizaram recentemente ao edifício do mercado municipal de Tomar apanhou de surpresa os responsáveis do executivo do Partido Socialista e da Coligação Democrática Unitária. Por aquilo que a Hertz apurou, os eleitos de ambos os contendores não foram avisados da pretensão dos membros dos IpT que, recorde-se, quiseram mesmo conferir o estatuto de “surpresa” a esta visita, altura em que a comitiva liderada pelo vereador Pedro Marques aproveitou para fazer um ponto de situação das obras em causa. Na ocasião, recorde-se, José Pedro Vasconcelos, responsável pela Mesa da Assembleia da Junta Urbana, lamentou as falhas em torno da segurança nas condições de trabalho dos funcionários, alertando para a falta de capacetes, botas e luvas: «Como é que é possível que uma obra do mercado esteja a funcionar com trabalhadores que nem capacete nem botas de protecção têm?! Pergunto à senhora presidente como é que isto é possível?! Quem é que inspecciona uma obra destas?! Isto é preocupante! Há pessoas a trabalhar em andaimes e no chão sem botas, sem luvas e capacete. A minha preocupação e de todos os eleitos dos Independentes é que este assunto em torno do mercado se resolva para que os nossos comerciantes não sejam obrigados a passar um novo Inverno à chuva».

“Resposta” aos Independentes na reunião de Câmara – A propósito destes reparos, a Hertz sabe que na próxima reunião de Câmara esta visita dos Independentes será motivo para que o executivo PS/CDU chame à equação, precisamente, as referidas questões de segurança. Fonte da autarquia disse à nossa redacção que «estranhou» o facto de a comitiva dos IpT chamar a atenção para uma «suposta ausência de elementos de segurança dos trabalhadores e não se dar conta de que também não estavam a usar capacete, uma obrigação para quem visita uma obra».