DESPORTO – Futuro da natação em Portugal tem tudo para ser brilhante

DESPORTO – Futuro da natação em Portugal tem tudo para ser brilhante

À semelhança do que acontece noutros desportos, a natação conta já com vários anos de história e as últimas vitórias atestam a teoria de que o seu futuro tem tudo para ser brilhante em Portugal. De acordo com a Federação Portuguesa de Natação (FPN), o primeiro nadador olímpico português foi Mário Silva Marques e, desde então, outros se seguiram.

Recentemente, Gabriel Lopes, nadador do Louzan, conquistou a medalha de bronze nos Europeus de Roma. Na sua chegada a Lisboa, o próprio revelou ao Record que “está a ser uma experiência incrível desde o momento que toquei na parede e vi o terceiro lugar”, acrescentando ainda que vão iniciar a próxima época em meados de setembro e que o seu grande foco é “trabalhar para março, para fazer o mínimo olímpico o mais cedo possível”. Gabriel Lopes disse ainda que espera um futuro promissor, tendo este sido o primeiro campeonato onde conseguiram duas medalhas. “Eu espero que possamos ser uma inspiração para as próximas gerações”, frisou. Neste momento já é possível apostar no seu nadador favorito à vitória nas várias competições, para isso é possível utilizar métodos como o código bónus de boas vindas.

Angélica André também conquistou, em agosto, a primeira medalha da natação feminina portuguesa em grandes competições internacionais de águas abertas. De acordo com a Lusa, este foi o “melhor momento” da carreira da atleta olímpica e valeu-lhe a medalha de bronze na prova de 10 quilómetros de águas abertas da 36.ª edição dos Europeus de natação, em Roma, onde Portugal sobressaiu com três presenças no pódio. Esta terá sido “a melhor prestação nacional de sempre”, escreveu o Público. Angélica André, de 27 anos, já havia conseguido ainda a prata de Arseniy Lavrentyev nos 25 quilómetros em 2012, em Itália.

Recorde-se que existem seis modalidades distintas na natação: natação pura, pólo aquático, saltos para a água, natação de águas abertas, natação sincronizada e mergulho.

Miguel Nascimento é outro exemplo. O nadador conseguiu, já em julho deste ano, uma medalha de prata muito festejada na comitiva da natação nos Jogos do Mediterrâneo Oran2022. E foi assim que Miguel Nascimento trouxe para Portugal um pódio nos 50 metros livres que há muito procurava em palcos internacionais. Os Jogos do Mediterrâneo Oran2022 contaram, este ano, com mais de três mil atletas de 26 países diferentes, incluindo 159 portugueses em 20 disciplinas.

Por outro lado, Diogo Ribeiro conquistou a medalha de bronze nos 50 mariposa com um recorde de Portugal no decorrer do segundo dia do Europeu de Roma 2022. De acordo com a FPN, o português bateu  por três vezes o máximo nacional dos 50 mariposa desde que chegou à capital italiana. 26 minutos depois de conquistar o bronze, Diogo Ribeiro voltou à piscina para nadar a meia final dos 100 livres, onde acabou por bater o recorde nacional.

Estes são nomes que não devemos esquecer e que sustentam a ideia de um futuro brilhante na natação em Portugal. Além disso, na primeira edição da Convenção Portugal a Nadar, que se realizou em 2020, a FPN (entidade promotora do evento) disse que a meta até 2024 passa por alcançar os 200 mil praticantes da modalidade, de forma regular. E assim a natação parece estar a “movimentar-se” por águas límpidas num país que tem recebido a modalidade “de braços abertos”. Fique por aí e mantenha-se à tona.