ATUALIDADE – Criação de unidade territorial que integra Ribatejo e Oeste é...

ATUALIDADE – Criação de unidade territorial que integra Ribatejo e Oeste é prioridade do Partido Socialista

A criação de uma nova Unidade Territorial, a NUT II Ribatejo e Oeste, que integra as Comunidades Intermunicipais da Lezíria do Tejo, Médio Tejo e Oeste, é uma das prioridades da Federação Distrital do PS de Santarém. Este foi um dos temas da ordem de trabalhos da primeira reunião do Secretariado da Federação Distrital de Santarém do PS, que foi eleito a 14 de dezembro pela Comissão Política Distrital. O Secretariado congratulou-se com a aprovação da proposta de Lei que visa permitir a criação da nova NUT II no Parlamento e decidiu manter um acompanhamento permanente do dossier, tendo em conta a importância estratégica desta medida para as regiões e para as populações envolvidas. Para o deputado e presidente da Federação Distrital de Santarém do PS, Hugo Costa, está em causa “a criação de uma unidade territorial coerente do ponto de vista socioeconómico, que permita às duas regiões – Ribatejo e Oeste – adotar uma estratégia de desenvolvimento integrado e dispor de recursos financeiros para implementá-la”. Na Assembleia da República Hugo Costa sublinhou que o projeto é prioritário, mas “lamentavelmente não recebeu o voto favorável do PSD em parte do processo, designadamente no que à revisão da composição das Comunidades Intermunicipais diz respeito”, o que é indispensável para Bruxelas. A proposta de “Criação da NUT II com Lezíria, Médio Tejo e Oeste – Um novo futuro” foi o primeiro tema apontado na moção de estratégia global “Proximidade e Competência”, com a qual Hugo Costa venceu as eleições federativas para o mandato 2023/2024. O presidente da Federação Distrital de Santarém do PS, Hugo Costa, considera que as prioridades políticas estão expressas na moção. Além da criação da NUT II, o documento salienta a necessidade de investimento nas infraestruturas, na mobilidade e nos transportes, mas também a sustentabilidade ambiental, agrícola e económica da ruralidade, sem esquecer a coesão territorial, o Estado Social e o acompanhamento do PRR e Portugal 2030.